Décima Quinta Semana - Segunda Parte
O Matheus entrou de férias escolares. Aqui na Austrália os alunos têm de 2 a 3 semanas de férias a cada "term", ou seja a cada 2 meses e meio. Mas é claro que isto não se aplica aos pais das crianças que trabalham fora. Por isto, várias "colônias de férias" aparecem como se por milagre durante as férias. Você pode escolher um programa diferente para cada dia das férias mas se preferir pode matricular a criança em um programa para aprender ou praticar um esporte específico, como tênis ou soccer. Assim os pais mantêm as crianças ativas e podem continuar a mesma rotina diária. Eu, apesar de achar que os programas divertidos, não acho muito justo para as crianças porque, mesmo durante as férias, elas acabam cheias de compromissos e com o mesmo esquema de horários pior do que os da escola. Além disso os preços destas atividades giram em torno de $40 por dia. Por isto, decidimos agendar, para o Matheus, somente duas atividades da colônia de férias TRAC que é vinculada à escola dele, uma excursão para o Playland e outra para Sydney Aquarium.
Foi a primeira vez que o Matheus foi para algum lugar sem mim ou o Melquior aqui em Sydney. Eu fiquei super insegura, pois ele ainda está engatinhando no inglês apesar de já se virar bem com as coisas básicas. Mesmo assim, após encher os bolsos dele com bilhetinhos com dados pessoais, como nome, telefones para contato, endereço e nome da escola e após ter certeza de que todos os acompanhantes responsáveis pela excursão estavam conscientes da situação do Matheus (completamente desnecessário, uma vez que o Matheus já é figurinha conhecida do pátio da escola) e tinham meu telefone de contato, eu consegui relaxar um pouco e acho que somente verifiquei meu celular umas 20 vezes a procura de alguma ligação que viesse da excursão! No final tudo acabou bem e quando cheguei no TRAC para buscar o Matheus, encontrei-o, dançando e cantando, em uma performance pessoal da música "I like to move... move" (do filme Madagascar)... se sentindo em casa!
Foi a primeira vez que o Matheus foi para algum lugar sem mim ou o Melquior aqui em Sydney. Eu fiquei super insegura, pois ele ainda está engatinhando no inglês apesar de já se virar bem com as coisas básicas. Mesmo assim, após encher os bolsos dele com bilhetinhos com dados pessoais, como nome, telefones para contato, endereço e nome da escola e após ter certeza de que todos os acompanhantes responsáveis pela excursão estavam conscientes da situação do Matheus (completamente desnecessário, uma vez que o Matheus já é figurinha conhecida do pátio da escola) e tinham meu telefone de contato, eu consegui relaxar um pouco e acho que somente verifiquei meu celular umas 20 vezes a procura de alguma ligação que viesse da excursão! No final tudo acabou bem e quando cheguei no TRAC para buscar o Matheus, encontrei-o, dançando e cantando, em uma performance pessoal da música "I like to move... move" (do filme Madagascar)... se sentindo em casa!

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